quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Abri os olhos

 "Sei mais do que eu quis, mais do que sou e sei do que sei. Só não sei vive sem querer ser mais do que sou. O fato é o ato da procura e a cura não resiste só, o que era certo eu descobri nem sempre era o melhor. Abri os olhos, não consigo mais fechar, assisto em silêncio até o que eu não quero enxergar. Não sei afastar a dor de saber que o saber não há, só não sei dizer se esse meu ver se pode explicar, enquanto eu penso, tanto entendo que é mais fácil não pensar, o que era certo, eu aprendi a sempre questionar" (Abri os olhos - Sandy & Júnior)

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

depende de você





A noite havia acabado e ela estava sozinha na porta do clube com as sandálias nas mãos, sabendo que aquela não era a hora certa de ir pra casa, havia tomado todas e beijado as bocas que desejou, mas nenhuma delas continuo ali, da maioria não conheceu nem o timbre da voz, sentia-se perdida e tonta, mais pudera, estava a quilômetros de casa e não tinha com quem voltar. Lembrava-se pouco do que se passara na noite anterior, e já nem sabia se valera a pena. Deitou-se na calçada encaixando-se em seu próprio corpo para aquecer-se contra frio das cinco da manhã e logo caiu no sono. Lá pelas sete, sentiu os empurrões leves que um cachorro lhe dava com a cabeça e quando a abriu os olhos, parecia como se o mundo fosse desabar sobre sua cabeça, sintomas da embriagueis, claro, esqueceu-se de seu pânico de infância por este e voltou a dormir. Quase meio dia levantou-se tonta e assustada, cambaleou alguns passos tentando saber o que estava fazendo ali e lembrou-se porque não estava em casa agora. Sentia fome e cede, cede principalmente, seus lábios pareciam rachar e o clube fechado ficava quilômetros afastado da cidade. Andou em direção à estrada que levava à cidade, com os pés descalços, dava cada passo de leve no asfalto quente e prometeu a si mesma nunca mais passar por uma situação daquelas, mas não fora a primeira vez que se arrependera de agir por impulso, então sabia que não seria a ultima.

sábado, 18 de dezembro de 2010

se eu pudesse




"Se eu pudesse deixar algum presente à você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo a fora. Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. A capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para você, se pudesse, o respeito aquilo que é indispensável. Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. E, quando tudo mais faltasse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída."

Mahatma Gandhi

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

- eis uma verdade

 
"Chorar não resolve, falar pouco é uma virtude, aprender a se colocar em primeiro lugar não é egoísmo, e o que não mata com certeza fortalece. Às vezes mudar é preciso, nem tudo vai ser como você quer, a vida continua. Para qualquer escolha segue-se alguma consequência, vontades efêmeras não valem a pena, quem faz uma vez necessariamente não faz duas, mas quem faz dez, com certeza faz onze. Perdoar é nobre, esquecer é quase impossível. Nem todo mundo é tão legal assim, e de perto ninguém é normal. Quem te merece não te faz chorar, quem gosta cuida, o que está no passado tem motivos para não fazer parte do seu presente, não é preciso perder para aprender a dar valor e os amigos ainda se contam nos dedos. Aos poucos você percebe o que vale a pena, o que se deve guardar para o resto da vida, e o que nunca deveria ter entrado nela. Não tem como esconder a verdade, nem tem como enterrar o passado, o tempo sempre vai ser o melhor remédio, mas seus resultados nem sempre são imediatos." (Autor Desconhecido)

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Sinta o poder, vai encarar?

 Pra quem lembra daqueles sapatinhos com luzinhas pisca-pisca que viraram febre quando agente era criança, e que eu acho que todo mundo já teve um, inclusive eu, encontrei em um post no blog da mtv que mostrava alguns modelos encontrados nas baladas e me chamou a atenção essa sandália com luzinha, que venhamos e convenhamos não fica nada comum, não sei se ainda irá a vir virar moda, nem tão pouco se eu aderiria, mais pra quem gostou, é uma ótima pedida se você é do tipo “diferente”. 

Desculpa não poder dar melhores informações, ainda cheguei a procurar no google, mais totalmente sem sucesso, o maximo que me apareceu foram os infantis que agente já conhece. ): beijinhos :*

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

eu não conseguia me lembrar como se respirava

"Edward: Seria mais... Prudente para você não ser minha amiga. Mas estou cansado de tentar ficar longe de você, Bella. 
Os olhos dele estavam gloriosamente intensos quando disse essa última frase, a voz ardente. Eu não conseguia me lembrar como se respirava."


sábado, 4 de dezembro de 2010

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"Deitada na grama, o céu empoeirado de estrelas. Passei o dedo e - curioso - algumas vieram grudadas na ponta. Olhei para cima e assoprei. Foi tanta estrela caindo que agora eu mal consigo enxergar de tanta esperança." 
(Rita Apoena )

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

e assim eu espero.





 
Sabe quando agente acorda com aquela sensação de que está fazendo tudo errado? E pior do que isso, não faz a mínima idéia de como fazer parar, se é que quer que pare? é, eu tenho medo, medo de perder, de ganhar, de sofrer, de que sofram por minha culpa, de culpar alguém pelo meu sofrimento, ou pior, de culpar a mim mesma. Mas eu não sei onde isso vai dar, e nem quero saber tão cedo. Deixo que o tempo fale por si e que as borboletas apareçam sobre as flores do meu jardim antes que o sol se ponha. Eu estou sorrindo, cantando, dançando, chutando o balde hoje, para que não venha outra pessoa e chute por mim amanhã. Pois talvez eu nem esteja errando, ou talvez estivesse escrito que ia ser assim, e perder ou ganhar, só depende de mim. 

"Que eu não me perca, que eu não me fira, que não me firam, que eu não fira ninguém..." Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010



''Quando eu optar pelo silêncio, pode ter certeza que milhões de coisas estão passando pela minha mente.''  -Isabel Klug